Arcebispo metropolitano consagrará Igreja Matriz São Judas Tadeu, no Águas Claras

Celebração será realizada nesta sexta-feira, 28, a partir das 19h

Igreja São Judas
Igreja do São Judas Tadeu será consagrada pelo arcebispo metropolitano em ritual solene na noite desta sexta-feira, 28 -
Crédito: Paróquia São Judas Tadeu

Esta sexta-feira, 28, é um dia especial para a paróquia São Judas Tadeu, no bairro Águas Claras. A partir das 19 horas a comunidade participará de uma celebração solene, em que o arcebispo metropolitano, Dom Wilson Tadeu Jönck, consagrará e abençoará a nova igreja e o altar da matriz com o Santo Crisma.

“A construção de uma nova igreja requer a celebração de um rito solene, no qual se implora a bênção de Deus para que o lugar seja sinal visível para os fiéis de uma casa de adoração ao Senhor”, explica o pároco da paróquia São Judas Tadeu, padre Pietro Anderloni. Ele diz que o rito tem um simbolismo muito forte com a vida cristã: a aspersão de água benta, a unção do altar e das cruzes, o incenso, a vela, a ornamentação do altar. “Tudo faz lembrar que somos templos do Senhor, ungidos e iluminados para ser luz no mundo”.

O pároco afirma ainda que a celebração será uma experiência bonita para a comunidade católica. “Foi maravilhoso ver como se coroou um trabalho de vários anos de toda a comunidade, muitos paroquianos colaboraram. Estamos felizes e satisfeitos”.

O arcebispo metropolitano afirma que a oração de dedicação tem o objetivo de indicar que a igreja é dedicada a Deus. “Dedicar e consagrar a igreja é reconhecer confiantes este desígnio e amor de Deus Pai, Filho e Espírito Santo para conosco, e que ele age e é presente na história por meio de sua igreja”, diz Dom Wilson.

O rito

Após a homilia, terá início o rito de dedicação, que pode ser entendido, segundo o historiador Paulo Vendelino Kons, também como consagração, sagração ou inauguração. O altar será ungido com os Santos Óleos pelas mãos do arcebispo. Após, haverá a consagração da igreja, onde todas as cruzes das estações da Via-Sacra serão ungidas.

Em seguida será realizada a insensação do altar. A queima do incenso significa o sacrifício de Cristo e também é utilizada para expressar que o sacrifício da igreja e as orações dos fiéis chegam a Deus. Em seguida ocorrerá o revestimento do altar, que indica que aquele local é altar do sacrifício e, ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde são celebradas a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por fim ocorre a iluminação do altar e da igreja, quando Dom Wilson acenderá velas para recordar que Cristo é a “luz para se revelar às nações”. Após o rito, o arcebispo prosseguirá com a liturgia eucarística.

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