Notícia de Claudia Bia

Bright Lights

Complemento necessário da conversa impressa de hoje… o trailer do documentário sobre Debbie Reynolds e Carrie Fisher, que a HBO começa a exibir no próximo sábado, dia 7. Temos todos que ver.

Um bom dia…

A última sexta-feira do ano tem música? Tem, sim senhor! Mas, como perfeito espelho deste ano tão cheio de mortes de ícones da cultura do século XX, a gente só pode tentar despertar desta rede pesada de más notícias com a deliciosa Good Morning, melhor momento musical de Cantando na Chuva – a música-tema que me perdoe. Bom dia e descanse em paz, Debbie Reynolds. Não resistir à morte de

Um pouco de… fé!

Então é Natal (eca, Simone) e a gente tem que exercitar a boa vontade. O que, no momento, faz com que seja tranquilo ver e ouvir um encontro insólito entre o legendário Stevie Wonder e a divinha pop Ariana Grande, cantando juntos uma das músicas da trilha da animação Sing. Faith, a música, é – ou deveria ser – clássico instantâneo para pistas não eletrônicas. Perfeita para playlists de festinhas.

Patti Smith canta Dylan

Aconteceu uma semana atrás. Finalmente, a tão aguardada cerimônia do Nobel – que não tem nada a ver com as premiações que a gente vê na TV, torcendo para que nossos ídolos ganhem. No Nobel deste ano, o ídolo já tinha sido anunciado ganhador do prêmio na categoria Literatura, para alegria de uns e indignação de outros. Ok, já falamos sobre isso. Bib Dylan não foi. Mandou um discurso para

R.I.P. Greg Lake

Eu era uma adolescente curiosa quando, não lembro como, resolvi comprar um disco do Emerson, Lake and Palmer. Vai ver, falaram neles na reivsta Pop. Ou ouvi o hit Lucky Man em algum lugar. Só sei que Brain Salad Surgery foi minha porta de entrada para o som da banda – e, se duvidar, para todo o rock progressivo. Como tudo era novidade, ouvi o disco inteiro, sem cansar, até

A “nova” dos Stones e outras coisinhas mais…

Nossa conversa impressa semanal está nas páginas do jornal, prontinha para você ler. Mas a parte “multimídia” dela (ainda se usa esse termo ou ele é totalmente ligado aos anos 90?) amanhece aqui, com destaque e aplausos entusiasmados para o novo videoclipe dos Stones!   Não dá para chamar Blue & Lonesome, o álbum dos Stones que saiu na última sexta-feira, de “álbum de inéditas”, já que é basicamente um

Sexta com música etérea

Ela completou 60 anos ontem. Ela marcou, musicalmente, a série mais marcante da virada dos anos 80 para os 90. Não tem como esquecer a “voz de anjo” em Falling e The Nightingale, na trilha de Twin Peaks. Não tem como entender como ela não se tornou mais conhecida – fora do nicho de quem conhece tudo o que há de bom para conhecer. Feliz idade nova, Julee Cruise.  A

Pedacinhos de Gilmore Girls…

Já que o assunto principal da conversa de hoje foi o revival de Gilmore Girls – e não podia ser outra coisa, obviamente! – e que é impossível não ficar em campanha para que todo mundo veja os quatro mega episódios da nova temporada by Netflix… a gente pontua a semana com dois trechinhos lindos e emocionantes da série. Primeiro, só porque eu sou #teamLogan, a cena super poética da

La la la

Quem é fã, especialmente hoje, sabe do que se trata o la la la aí acima. São as vinhetas características da série Gilmore Girls, que teve sua nova e imensamente aguardada temporada de retomada lançada hoje, às 6 da manhã, na Netflix.   Como uma das graças da série – que tem aumentado muito sua base de fãs desde que a Netflix tornou disponível suas temporadas clássicas e enunciou a

Sharon Jones e Lou Reed

Conforme prometido na conversa escrita desta semana (se não deu, leia, por favor, né?), senta que lá vem história. Lida na Billboard gringa e, convenhamos, difícil de esquecer. A cantora Sharon Jones, que morreu semana passada, foi convidada, em 2007, para participar do grupo que iria acompanhar Lou Reed no palco, para o ahow que revisitou o álbum Berlin. A cantora mal sabia quem era Reed, conhecia basicamente o refrão