Notícia de Prancheta

Prancheta: Ressaca olímpica

Passaram com a mesma velocidade de Usain Bolt e Daniel Martins, mas roubaram nosso coração como Flávia Saraiva e Simone Biles e ainda nos fizeram derramar lágrimas como Diego Hypolito e Marta. Valeram mais do que as medalhas de Michael Phelps e Daniel Dias, nos surpreenderam mais do que a seleção de futebol masculino, mas vieram com a mesma intensidade que a seleção de vôlei masculino. Não nos desapontaram como

Prancheta: Seleção Brasileira pode voltar a dar alegrias?

Há uma mania em terras tupiniquins de desacreditar em tudo diante da mais pequena adversidade. Um grupo de pessoas que parece torcer para que a coisa dê errado. Este clima derrotista acometeu na Seleção Brasileira de Futebol depois dos famigerados 7 a 1 na Copa do Mundo de 2014. Criou-se um ambiente de terra arrasada e uma previsão nefasta de que nunca mais voltaríamos a ter um grupo competitivo. Mesmo

Prancheta: país da superação

País da superação Na próxima semana recebemos no Brasil as Paralimpíadas. Ao contrário das Olimpíadas, em que o país passa longe das primeiras posições no quadro geral, no paradesporto ficamos sempre entre as dez primeiras potências – o Brasil foi o 7º colocado em Londres, 2012, no quadro de medalhas. Nos Jogos Parapan-Americanos a bandeira verde e amarela subiu muito: foram 109 ouros, 74 pratas e 74 bronzes, primeiro lugar

Prancheta: Legado negado

Deu gosto de ver o país respirando o esporte. Os brasileiros vibraram não só com o futebol masculino, mas modalidades mais carentes de atenção, como a canoagem, a vela, o judô, o taekwondo e até mesmo o futebol feminino. Mas o momento passou e agora a dúvida que não quer calar é: os Jogos Olímpicos deixarão legado? Aqui no Sul do Mundo, ninguém se preocupa com o legado físico, uma

Prancheta: Elas não precisam de pena

É lamentável que o futebol feminino seja prestigiado e roube os holofotes somente em tempos de Olimpíada. Grande parte desse público que hoje elogia e aplaude de pé o desempenho de Marta e companhia não acompanha a Copa do Mundo do naipe, não sabe onde as jogadoras dessa mesma seleção atuam e tampouco o quanto ganham para, atualmente, serem superiores do que a seleção masculina – nas devidas proporções, é

Prancheta: O pecado da cautela

  O pecado da cautela No futebol, existem dois pecados que podem determinar o fracasso de uma equipe. Um, é o excesso de confiança. Cheio de si, o time entra nos gramados com um salto agulha e acaba surpreendido pelos mais frágeis – porém aguerridos – adversários. O segundo pecado, extremo oposto ao primeiro, é o que vem cometendo o Brusque desde o início deste Brasileirão Série D: o da

Prancheta: Briga quente pela classificação

Todas as quatro equipes do grupo A15 do Brasileirão Série D têm chances de classificação há duas rodadas do fim, e com isso essa reta final será de tirar o fôlego. O time que vacilar perde a chance de seguir viva na competição. O Brusque tem uma grande vantagem, que é a de decidir em casa na última rodada contra o Madureira. Mesmo assim, o próximo jogo será crucial. Mauro

Prancheta: Ventos sopram a favor do Bruscão

Sem vento, um barco a velas fica estagnado e seus tripulantes só podem aguardar o tempo favorecer. No último domingo, 26, o vento soprou o veleiro quadricolor na direção certa: o alto do grupo A15. Seus tripulantes – a torcida presente – festejaram muito, até porque um dos marujos que fez a diferença, Rafael Xavier, é um xodó particular. O atleta fez sucesso no Gigantinho em 2010, fazendo parte da expedição

Prancheta: Muita bola pra rolar

É fato afirmar que o Brusque fez uma de suas piores apresentações do ano na tarde de domingo, 19, contra o Novo Hamburgo. Mas ainda é cedo para criar um clima derrotista, até porque o time está na segunda colocação do grupo A15. A semana será de trabalho intenso, e Mauro Ovelha terá de trabalhar bem o entrosamento da equipe, coisa que pouco funcionou nos 90 minutos contra a equipe

Prancheta: O caminho das pedras para o Brusque na Série D

Chave de cadeia Por ter terminado com a melhor campanha no Catarinão entre os ‘sem Série’, a expectativa era que o grupo do Bruscão no Brasileiro Série D fosse um dos mais fáceis. Nada feito. A chave do quadricolor vai ser dureza, e o time precisará fazer das tripas coração para avançar para a segunda fase. Madureira e Novo Hamburgo contam com melhores estruturas, mais tradição dentro das competições nacionais