Ex-atletas do Guarani Futsal conquistam Catarinense de Futebol Infantil pelo Figueirense

O lateral Alessandro de Sousa, 15 anos, o atacante André Victor Reichert, 14, e o volante Bernardo Tarter, 14, se destacaram vestindo a camisa do time

TRIO GUARANI
quanBernardo, Alessandro e André conquistaram o título na categoria Infantil -
Crédito: Divulgação

Todo grande campeão tem um começo – e no caso de um trio que levantou recentemente o caneco do Campeonato Catarinense Infantil, o começo foi diferente do tradicional. O lateral Alessandro de Sousa, 15 anos, o atacante André Victor Reichert, 14, e o volante Bernardo Tarter, 14, se destacaram vestindo a camisa do Figuerense, mas foi em Brusque que os jogadores deram seus primeiros passos rumo ao reconhecimento estadual.

Ex-atletas do projeto Guarani Futsal, o trio adquiriu dentro das quadras a performance campeã. Agora com 15 anos, o brusquense Sousa chegou a completar oito temporadas junto com o Guarani. Também natural de Brusque, Tarter, de 14, ficou cinco anos com o elenco da equipe de futsal. Vindo de Luis Alves por meio de um intercâmbio, Reichert, com 14 anos, permaneceu por três temporadas como atleta do Clube Esportivo Guarani.

“Evolução natural”

Com um trabalho reconhecido e cada vez mais forte dentro do estado, o Guarani Futsal tornou-se uma vitrine para atletas de base, não apenas dentro das quadras mas também no campo. O trio que hoje defende o alvinegro chamou a atenção durante uma competição de futebol de salão, como explica o instrutor do Guarani, José Carlos Torresani, o Zé Carlos. “Foi uma evolução natural, sem pular etapas. Eles jogaram bem uma competição que contava com uma equipe de futsal do Figueirense, e ali foram observados. O time entrou em contato com a gente e logo eles foram encaixados no elenco”, observa.

Zé Carlos foi grande responsável pela formação dos atletas que hoje se destacam dentro de um grande clube catarinense. Para ele, é importante fazer parte do início da história de Alessandro, André e Bernardo. “É uma satisfação enorme para mim e para o clube. Eles estão muito bem encaixados lá”, completa.

Sobre o processo de adaptação das quadras para o campo, Zé Carlos afirma que é tranquilo, pelo menos na parte técnica. “Por saber lidar com situações dentro de um espaço bem reduzido, o campo se torna mais fácil. O que eles trabalham mais lá é a parte física dos jogadores, mas em questão de habilidade os jogadores de futsal se adaptam com muito mais qualidade do que atletas de futebol quando se arriscam no futsal”, explica.

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