Fala Brusque! População se divide entre regular e bom na avaliação da infraestrutura

Ambas as opções foram a escolha de 32,28% dos brusquenses que responderam a pesquisa

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Secretário de Obras afirma que população avalia muito a situação das estrados quando se fala em infraestrutura -
Crédito: Arquivo Município

Na pesquisa sobre a avaliação da infraestrutura de Brusque, a maioria dos entrevistados se dividiram entre regular (32,28%) e bom (32,28%). Outros 20,17% consideram a infraestrutura do município ruim; 12, 39%, péssimo e 1,59%, ótimo. O percentual dos que não responderam foi de 1,30%.

A pesquisa foi encomendada pelo Município Dia a Dia ao Instituto de Pesquisas Sociais (IPS) Univali/Unifebe. Mais de 600 pessoas responderam o levantamento, que foi realizado no mês de setembro.

O secretário de Obras de Brusque, Marcelo Pavan, considera o resultado da pesquisa como positivo. Para ele, somados os percentuais bom, regular e ótimo, o setor fica com 66% de aprovação, o que é considerado acima da média. “Estamos passando por um período de muitas dificuldades, mas vejo como positiva a avaliação da população”.

Pavan destaca que na hora da avaliação, a população leva muito em conta a situação das estradas, o que pode ter contribuído para o percentual negativo de mais de 30%.

“Ainda temos mais de 800 ruas que são estrada de chão, tem muita manutenção para ser feita, por isso, a avaliação negativa. Quando dá um período de chuva, é inevitável, essas ruas ficam todas esburacadas, é um trabalho constante que precisa ser feito nesses locais”.

O secretário diz que existem muitas ruas do programa PAC Pavimentação que estão em fase de projeto e outras já estão sendo licitadas, o que deve desafogar muito o serviço do setor de obras. “A rua Abraão Souza e Silva, que é mais conhecida como rua da Fazenda, e a rua João Vitorino Mafra, no Cedro Alto, são algumas das que estão na Caixa Econômica para aprovação”, exemplifica.

O diretor do Departamento Geral de Infraestrutura (DGI), Júlio César dos Santos, também avaliou o resultado da pesquisa. Para ele, a manutenção dos prédios públicos é um dos itens levados em consideração na hora de analisar a infraestrutura do município. “O que o pessoal mais vê, que está no dia a dia são os equipamentos urbanos, praça e prédio público e as ruas. Na parte do DGI, que é a manutenção dos prédios públicos, tem uma equipe nossa na educação e na saúde, que faz plantão para reparar qualquer problema e mais uma equipe para consertos maiores”.

Já a parte da iluminação pública, o secretário de obras destaca que é satisfatória. “Hoje, em 48 horas está pronto o conserto, no máximo. Temos uma pessoa específica para isso, então facilita”.

Ele também ressalta as operações tapa-buracos, que são realizadas, principalmente na área central, onde a maioria das ruas são pavimentadas. “O asfalto já está muito velho, desgastado, então é preciso manutenção constante. Muitas vezes, arrumamos em uma semana e na outra chove forte e os buracos voltam”.

Projetos

O diretor do DGI afirma que existem muitos projetos que podem acontecer ou não a partir do próximo ano. “A reforma no Zoobotânico foi licitada agora, acredito que será executado, além de reforma de novas escolas. Há também projeto para a nova creche no Planalto, o projeto está pronto, falta licitar. Vamos apresentar todos os projetos para o novo secretário, apresentar todos os projetos que temos”.

Ele explica que o setor de projetos do DGI precisa estar, no mínimo, oito meses adiantados, para que se surgir verba do governo federal, o projeto já esteja pronto para apresentar.

Já o secretário de obras afirma que algumas obras já previstas devem continuar no próximo ano, apesar das dificuldades financeiras. “É bem provável que vão fazer a obra da João Bauer (PAC) no ano que vem. Também tem as ruas do Cedro que serão pavimentadas, a rua da Fazenda, mas é preciso ver as prioridades porque o orçamento do ano que vem será o mesmo que tivemos este ano. Tem uma limitação de valores, orçamento é uma coisa, o que tem disponível é outra”.

Colaborou Juliana Eichwald


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