Fiéis participam da procissão ao padroeiro de Águas Claras

Neste ano, ritual passou por uma modificação e a caminhada ocorreu após a celebração da missa

Procissão 1
Centenas de fiéis acompanharam a procissão -
Crédito: Miriany Farias

A manhã ensolarada de domingo, 30, deixou ainda mais especial a procissão de São Judas Tadeu, padroeiro do bairro Águas Claras. Neste ano, uma mudança no ritual fez a comunidade se envolver ainda mais, com a realização da caminhada após a celebração da missa. O percurso se deu ao redor da igreja e encerrou na lateral esquerda.

O pároco Pietro Anderloni explica que a procissão é uma maneira de aumentar o espírito de comunhão da comunidade e se reunir ao entorno do santo padroeiro. “É um ato simbólico da peregrinação que os cristãos devem fazer por toda a vida”, afirma.

Durante a caminhada aconteceram algumas paradas para oração e cantos / Foto: Miriany Farias

Durante a caminhada aconteceram algumas paradas para oração e cantos / Foto: Miriany Farias

Ele acrescenta que a celebração do domingo da festa do padroeiro é também uma oportunidade de reunir os vários grupos da igreja para a mesma causa. “A festa do padroeiro possibilita à comunidade se conhecer melhor, reunir os festeiros para um tradicional almoço e passar um fim de semana diferente”, comenta.

A coordenadora de liturgia, Sandra Ribeiro, 47 anos, diz que a procissão representa uma caminhada missionária, que envolve muita fé para toda a sua família e também para a comunidade.

Luci Filipiaki, 52, moradora há 22 anos do bairro, conta que sempre participa das missas na comunidade, até por ser muito devota do santo padroeiro. “É uma maneira de reunir todos e trazer paz para o bairro”, analisa.

Cristiano Guarnieri, 37, participou mais uma vez da procissão de São Judas Tadeu, por amor ao santo que tanto tem fé. “É meu santo protetor, é para ele que eu peço e com certeza, se eu tenho saúde para participar das ações da igreja, é devido a ele que me permite isso, que atende aos meus pedidos”.

Para a aposentada Olindina Eccher Baraúna, 73, a procissão neste ano estava ainda mais especial, após a igreja ter sido consagrada pelo arcebispo metropolitano, Dom Wilson Tadeu Jönck.

Cassilda Gonzaga, 67, moradora há anos do bairro, sempre participa das procissões ao santo, além das outras realizações da igreja “Sou católica e muito devota ao santo, então acho que é importante esse envolvimento com a igreja”, diz.

A festa da paróquia de Águas Claras, que iniciou no sábado, se encerrou logo após o almoço de domingo, 30.

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