Moradores e comerciantes do Águas Claras aderem à programa de vigilância comunitária

Projeto tem como objetivo ampliar a vigilância no bairro e aproximar os vizinhos

pm
Projeto foi formalizado durante reunião com a Polícia Militar -
Crédito: Polícia Militar/Divulgação

Desde o dia 31 de outubro, moradores e comerciantes da rua Augusto Klapoth, no bairro Águas Claras, participam do programa da Polícia Militar: a Rede de Vizinhos. Após um aumento nas ocorrências de furtos e assaltos em residências e estabelecimentos no bairro, a comunidade se uniu para tentar reduzir o número de crimes.

O programa foi pensado com o apoio do 18º Batalhão da PM de Brusque, com o objetivo de ampliar a vigilância e fortalecer as relações interpessoais entre os moradores, comerciantes e os policiais. O comandante da PM, tenente-coronel Moacir Gomes Ribeiro, explica que foi realizada uma reunião no local, e foi feito o cadastro com todos os moradores que tinham interesse em participar. Um grupo no aplicativo WhatsApp também foi criado e conta com a participação de um PM e um líder. “São filtradas as informações relevantes e o policial tem contato direto para fazer as comunicações necessárias”, diz.

Segundo Gomes, o grupo tem como objetivo informar questões da segurança pública, como presença de suspeitos, caminhão em frente à casa de vizinhos, ou movimento estranho na casa de algum morador que está viajando.

Além de ser benéfica à segurança pública, o tenente-coronel afirma que com a Rede de Vizinhos há uma melhora nas relações sociais entre os moradores. “Querendo ou não, apesar de ser de uma forma indireta, há uma interação que talvez não haveria em outra oportunidade”.

O projeto ainda traz a agilidade na diminuição do tempo-resposta no atendimento de uma ocorrência. Em frente à casa de cada participante do programa é colocado uma placa de participação da Rede de Vizinhos. Além disso, o grupo realiza reuniões conforme achar necessário. Em Brusque, outros bairros também já criaram o programa Vizinho Solidário, que é semelhante à Rede de Vizinhos, como no Dom Joaquim, Centro e Primeiro de Maio.

Interesse no projeto

O tenente-coronel Gomes afirma que as pessoas que tiverem interesse em formalizar a Rede de Vizinhos podem entrar em contato com o comando da PM. “Um policial vai até o local para explicar mais sobre o projeto e dar início”, diz.

Algumas regras são explicadas e adequações são feitas para que o projeto siga em frente. “É preferível que seja feito por todos moradores de uma mesma rua, condomínio ou loteamento fechado. Que seja uma porção menor do bairro, para que assim, conseguirmos ter um domínio melhor”.

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