Programa Observador Social Mirim tem início em Brusque

Observatório Social já mira ampliação do projeto de educação fiscal

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Programa teve início em Guabiruba neste ano -
Crédito: OSBR/Divulgação

O Observatório Social de Brusque (OSBr) realizou as primeiras aulas do projeto de educação fiscal em Brusque nos dias 9, 10 e 11 deste mês. A iniciativa visa a conscientização dos alunos do quarto e quinto anos do Ensino Fundamental por meio de brincadeiras na escola.

As primeiras aulas ocorreram na Escola de Educação Básica João Hassmann, no bairro Guarani. O Observatório já tem agendas novas aulas sobre educação financeira para as escolas Sesi – rede particular – e João XXIII – estadual.

O diretor executivo do OSBr, Evandro Gevaerd, diz que o retorno dos professores e dos alunos foi muito positivo. “Trabalhamos muito com a interatividade na sala de aula”. As aulas de educação financeira são ministradas por uma profissional contratada especificamente para isso. Gevaerd também acompanha as aulas, bem como uma professora.

O retorno é extremamente positivo – na avaliação do diretor executivo. As crianças se interessam pelo tema e participação das atividades pedagógicas. As aulas para os pequenos é um desejo antigo do Observatório Social.

A entidade tem como objetivo-mestre a fiscalização do poder público, principalmente dos gastos, mas, no longo prazo, a conscientização dos cidadãos é a solução. Por isso, o diretor executivo afirma que é importante educar as crianças.

Nas aulas, é mostrado que todos os cidadãos pagam imposto quando vão ao mercado ou farmácia, e que esse dinheiro vai, então, para o governo, que tem a obrigação de convertê-lo em benfeitorias para a população.

O programa Observador Social Mirim começou por Guabiruba neste ano. Várias aulas foram ministradas – e o resultado é muito positivo, de acordo com Gevaerd. “Já percebemos uma mudança no comportamento”, afirma.

O diretor executivo diz que há relatos de que as crianças pedem notas fiscais até mesmo nos supermercados. Para ele, um reflexo de que o programa está no rumo certo. “Os professores acharam extremamente válido, e os alunos gostaram muito”.

Mudanças e ampliação

Gevaerd explica que, por se tratar de uma nova atividade, o projeto passa por adaptações. O objetivo, inicialmente, era ministrar as lições no município, estado e rede privada. Isso vai ocorrer até a virada do ano.

Com o programa já andando, a meta é ampliá-lo em 2017 para atender cerca de 4 mil alunos de Brusque, Guabiruba e Botuverá. Será realizada uma reunião neste mês para reavaliar as dinâmicas em sala e o material.


 

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