Sesi de Brusque vence categoria de melhor robô na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica

Competição ocorreu entre os dias 9 e 12 de outubro em Recife (PE)

Alunos Sesi
Foi a primeira vez que o Sesi chegou à etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica -
Crédito: Divulgação

Os estudantes do Sesi de Brusque que participaram da etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica foram reconhecidos pela criação de um dos melhores robôs da competição. Cleber Alves Junior, Arthur Gabriel Silveira Sophiatti, Bernardo Victoria Escobar Silva e Nicolas Patrick Souza ganharam o Prêmio Extra Robustez, que coroa os alunos da equipe que produziu o robô mais robusto (melhor construído)
A olimpíada foi realizada em Recife-PE, de 9 a 12 de outubro, e teve apoio do CNPq. O objetivo é estimular as carreiras científico-tecnológicas, além de promover debates e atualizações sobre o tema.

“O principal desafio encontrado pela nossa equipe foi o fato de a nossa mesa não ter ficado pronta para treinar. Sabíamos como ela era, mas somente quando colocamos o robô em funcionamento percebemos a necessidade de alguns ajustes”, explica o jovem Nicolas. “Participar da olimpíada foi gratificante pela experiência vivida e por todo o aprendizado adquirido durante a competição. Ficamos felizes de estar entre os 20 melhores do País numa olimpíada que reuniu, ao todo, 90 equipes”, acrescenta.

Os estudantes demoraram cerca de cinco meses para construir o robô / Foto: Divulgação

Os estudantes demoraram cerca de cinco meses para construir o robô / Foto: Divulgação

O cenário da competição simulou um ambiente de desastre onde o resgate de vítimas precisava ser feito por robôs autônomos para cumprir a missão. Eles deveriam seguir uma trilha cheia de obstáculos e desafios. O robô precisava ser ágil para superar terreno hostil (redutores de velocidade) sem ficar preso; atravessar terrenos desconhecidos (gaps na linha) onde a trilha não pode ser reconhecida; desviar de escombros (obstáculos) e subir montanhas (rampa) para conseguir salvar a vítima, transportando-a para uma área segura onde os humanos pudessem assumir os cuidados do resgatado.

“Os alunos demoraram cinco meses para construir o robô. Para nós é gratificante ver que todo o esforço deu resultado positivo. Ainda mais sabendo que havia 40 equipes na disputa”, afirma Thiago Bortoluzzi, professor do Sesi de Brusque que acompanhou os estudantes.

Na competição, o robô teve de passar por uma série de obstáculos e cumprir algumas tarefas na pista / Foto: Divulgação

Na competição, o robô teve de passar por uma série de obstáculos e cumprir algumas tarefas na pista / Foto: Divulgação

As equipes participantes disputaram a etapa nacional utilizando kits de robótica de encaixe da Lego Education ou componentes eletrônicos em geral para a construção e programação de robôs. Os estudantes também eram entrevistados pelos jurados para comprovar que eles mesmos montaram e programaram os robôs.

Ainda este ano, estudantes do Sesi de Brusque também competiram no torneio internacional First Lego League, realizado nos Estados Unidos de 28 a 30 de abril. Eles encerraram a participação na disputa entre os 20 melhores do mundo.

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