Veja quanto os candidatos a prefeito e a vereador de Brusque gastaram por voto nas eleições

O ranking do custo do voto em Brusque Jonas Paegle teve melhor custo-benefício na relação de voto recebido x investimento realizado

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Crédito: Ed Carlos

O prefeito eleito Jonas Paegle, do PSB, apresentou o melhor custo-benefício da campanha, considerando o investimento feito e o número de votos recebidos.

Dr. Jonas foi quem apresentou o menor “custo de voto” entre os candidatos: R$ 3,16 por eleitor. O valor é resultado da divisão do montante gasto na campanha pela quantidade de votos angariados nas urnas.

Ele herdou a candidatura, e as contas do ex-prefeito Ciro Roza (PSB). Ao todo, arrecadou quase R$ 100 mil, mas as despesas contratadas pela campanha foram de R$ 79,6 mil.

Em 2 de outubro, Jonas Paegle fez 25.171 votos e foi, portanto, o dono da campanha que investiu menos, em comparação ao número de eleitores conquistados.

As informações dele, assim como dos demais candidatos, foram consultadas pelo Município Dia a Dia no sistema de candidaturas online, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que contém a prestação de contas entregue pelos candidatos.

Jadir Pedrini, do PROS, por outro lado, foi o candidato que apresentou o menor custo-benefício da campanha. Tendo obtido apenas 2.436 votos, e uma campanha com despesas contratadas de R$ 138,4 mil, seu custo por voto ficou em R$ 56,83, o mais alto entre os candidatos.

O candidato Chico Cordeiro, do PSOL, foi o único a declarar ao TSE não ter obtido nenhuma despesa e também nenhuma receita durante a campanha.
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CÂMARA DE VEREADORES

Mais da metade dos eleitos não declarou despesas

Entre os 15 vereadores eleitos para a Câmara de Brusque, oito declararam à Justiça Eleitoral não ter contraído nenhuma despesa de campanha. No entanto, consta em suas prestações de contas dinheiro que foi arrecadado, mas não investido.

Dos sete candidatos que divulgaram suas despesas de campanha, Deivis da Silva, do PMDB, é o que mais investiu: R$ 4,5 mil, seguido de Ana Helena Boos (PP), com R$ 3,1 mil, e Joaquim Costa, o Manico (PMDB), que declarou ter investido R$ 3 mil em sua campanha.

O candidato mais votado, Sebastião Lima (PSDB), declarou ter contraído despesas de campanha na ordem de R$ 2,8 mil. Entre os que declararam despesas de campanha, Paulinho Sestrem (PRP) é o que apresentou o melhor custo-benefício: R$ 0,53 por voto.

Deivis da Silva, do PMDB, teve a campanha com menor custo-benefício entre os eleitos: R$ 3,86 aplicados por voto recebido.

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1 Comentário

  1. Avatar
    Rodrigo outubro 06, 2016

    Como sempre o PT gasta mais do que tem.

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